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Planejar uma viagem é simples, o extraordinário é construir experiências!

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Posso trabalhar durante o intercâmbio?

Na hora de fechar um período de estudos no exterior, a dúvida de muitos estudantes é: posso estudar e trabalhar durante o intercâmbio? E a resposta é: sim! Alguns países permitem que o estudante brasileiro aprimore o idioma, tenha mais contato com a cultura local, adquira experiência profissional e, em alguns casos, consiga dinheiro para despesas extras. 

Além disso, o STB oferece programas de estudo e trabalho no exterior em áreas específicas, em que o estudante faz um estágio na sua área de interesse. O trabalho normalmente é em áreas operacionais de hotéis, restaurantes, bares e eventos, e a posição pode variar conforme o nível de idioma. 

Quais países permitem trabalhar durante o intercâmbio?

Canadá é um dos países que o estudante pode estudar e trabalhar no exterior

Atualmente, é permitido trabalhar durante intercâmbio na Austrália, Canadá, Estados Unidos, Irlanda e Nova Zelândia. As atividades podem ou não ser remunerados e a carga horária é diferente em cada país. É importante lembrar que os empregos são, geralmente, em posições operacionais em locais como restaurantes bares e hotéis. 

Este tipo de experiência permite ao estudante uma imersão mais completa ao idioma, além de vivenciar o dia a dia de uma pessoa local, estudando e trabalhando em países com excelente infraestrutura, segurança e qualidade de vida

Não é por acaso que as cidades da Austrália e do Canadá figuram sempre entre as top 10 em qualidade de vida. Recentemente, inclusive, Montreal foi eleita a melhor cidade do mundo para estudantes em 2017. Entre as 20 primeiras, ainda constam Melbourne (5ª), Boston (8ª), Vancouver (10ª), Toronto (12ª), Sydney (13ª), Nova York (19ª) e Brisbane (20ª). 

Para quem deseja viver na Europa, uma ótima opção é a Irlanda, um dos destinos mais procurados por estudantes. O país tem paisagens belíssimas, uma população hospitaleira, excelente qualidade de vida e facilidade para estudo e trabalho. 

Foi por esses motivos que o operador de máquinas Ralph Marcondes Cangussu, 31, decidiu ir a Dublin para ter a experiência de morar em outro país e aprender inglês na IBAT College. Sem falar o idioma, ele e sua mulher escolheram a Irlanda para estudar e trabalhar. “A documentação do visto foi supertranquila, pois eu viajei com tudo organizado pelo meu consultor, que me vendeu o curso e explicou tudo antes de eu vir para cá. Quanto ao trabalho, comecei a trabalhar no terceiro mês. O serviço que arrumei é de kitchen porter (ajudante de cozinha). Minha mulher e eu estamos muito satisfeitos com nossa experiência em Dublin”. 

Existe uma duração mínima para um programa de estudo e trabalho no exterior?

Na Austrália, o estudante só pode trabalhar a partir de 13 semanas de curso de idioma ou profissionalizante. Já na Nova Zelândia, a duração mínima do curso deve ser de 14 semanas, ou o aluno deve estar matriculado em uma escola chancelada pela NZQA (New Zealand Qualifications Authority) na categoria 1, e em um curso que tenha ao menos 20 aulas por semana. 

O programa na Irlanda tem duração de 25 semanas de estudo e dez semanas de férias, que podem ser utilizadas também para o trabalho. Já no Canadá, os cursos vocacionais oferecidos pelo STB vão de 26 semanas a dois anos, com possibilidade de extensão do visto para até três anos nas instituições públicas do país. 

No vizinho Estados Unidos, é necessário ter cursado, pelo menos, quatro semanas de aula de um curso de idioma para poder exercer trabalho não remunerado. Em casos de cursos de extensão universitária a partir de nove meses, o estudante que finalizar o curso com sucesso pode também aplicar para o OPT (Optional Practical Training), que é um trabalho remunerado ou não na área de estudo. Além disso, ainda durante o curso, ele poderá trabalhar até 20 horas no campus da universidade, onde poderá ter benefícios pela troca do trabalho. 

O contador Alexandre Maia de Campos, 45 anos, já fez três cursos nos Estados Unidos e agora está fazendo um estágio no país. “Fiz curso de inglês na ELS de quatro semanas e outro de dez, além do ACP (Acelerated Certificate Program) em International Business Operating and Management, por três meses. Agora estou fazendo um estágio não remunerado de três meses, que é parte do programa, e trabalhando na empresa americana de consultoria Merger & Acquisitions”, diz ele. 

“No trabalho e vida real, você vai falar com americanos nativos ou estrangeiros que vivem aqui há muito tempo, então o nível de inglês tem que ser bem elevado. Aqui em Irvine – e na Califórnia, em geral –, os americanos estão acostumados com estrangeiros e acabam ajudando a falar mais devagar. Tenho aprendido bastante o vocabulário do dia a dia de trabalho”, afirma.

Neste tempo no país, ele já percebe as diferenças entre trabalhar no Brasil e nos Estados Unidos. “É muito diferente trabalhar no Brasil e no exterior. As diferenças culturais aparecem na vida real e não só nos cursos de inglês. Desde escrever um e-mail para seu chefe ou cliente até preparar uma apresentação. Tudo é diferente. As abordagens mudam bastante de empresa para empresa e de acordo com as pessoas”, conta. 

Há trabalhos remunerados e não remunerados?

Trabalhos remunerados e não remunerados no exterior

No Canadá, Austrália, Irlanda e Nova Zelândia, os estágios são, em sua maioria, remunerados, mas isso varia de acordo com sua área de estudo e seu nível de inglês. Nos Estados Unidos, o STB oferece programas de estágios que não são remunerados para quem for fazer um curso de idioma e, para alunos que escolherem uma extensão universitária a partir de nove meses, há a possibilidade de aplicar para o OPT e exercer trabalho remunerado por até um ano no país. 

Para quem deseja fazer um programa de trabalho no exterior sem estudar o idioma, há opções como Au Pair, no qual meninas de 18 a 26 anos vivem o dia a dia de uma família que mora nos Estados Unidos cuidando de crianças e recebem a partir de USD 195,75 por semana, e o programa de trabalho na Disney, no qual estudantes universitários são recrutados para os parques da Walt Disney World e recebem USD 9,50 por hora. O STB foi escolhido para ser o responsável oficial no Brasil por este recrutamento, e é preciso ficar atento às datas do processo de seleção. 

Há necessidade de algum visto de trabalho?

Visto para trabalho no exterior

Dentre os países citados, a Irlanda é o único em que o visto é concedido na hora da imigração. Porém, para obter a permissão de trabalho, é preciso marcar uma data para a entrega dos documentos para a imigração local. 

Para Austrália e Nova Zelândia, basta ter o visto de estudante, que deve ser feito antes do embarque – o indicado é que isso seja feito com cerca de 90 dias de antecedência para Nova Zelândia e 120 dias para Austrália, pois, nesse último país, o processo pode levar até dois meses– , junto com o seu consultor e o especialista de vistos. É importante estar ciente das regras e condições desses vistos e ter o seu programa já quitado para receber a carta de aplicação para o visto – na Austrália, ele é conhecido como C.O.E. (Certificate of Enrollment). 

Nos Estados Unidos, o visto é o F1, também de estudante. Já no Canadá, é exigido um visto de estudante com permissão de trabalho. Esta permissão será dada na entrada do aluno no país. Aqueles que optam por um curso de inglês combinado com um de graduação, pós-graduação ou vocacional podem solicitá-la após a conclusão com sucesso do programa de idioma.  

Posso trabalhar na minha área ou farei trabalhos informais?

Na Austrália e Nova Zelândia, os primeiros empregos normalmente são voltados para a área serviços, como atendimento em restaurantes, cafés, bares e hotéis. Se o estudante estiver fazendo programas de certificados, diplomas, graduação e pós-graduação, o trabalho poderá ser na área de estudo.
Na Austrália, o STB tem um escritório em Sydney que oferece workshops mensais para os estudantes se preparem para os trabalhos operacionais no país, além de explicar com mais detalhes as vagas que são oferecidas. Os alunos também recebem um e-mail com oportunidades de trabalho e vagas temporárias para que possam se candidatar. 

No Canadá também é possível trabalhar na área de serviços enquanto faz o curso vocacional a partir de 24 semanas, mas é recomendável que o estudante fique focado no curso e, após o término dos estudos, procure um trabalho na área em que recebeu a certificação. 

O programa de estágio nos Estados Unidos permite que o estudante que tenha nível de inglês intermediário trabalhe em sua área de interesse durante o “Grace Period”, os 60 dias nos quais o estudante pode permanecer no país após o término das aulas. Nesses casos, o aluno observará como funciona o mercado para que tenha uma experiência única no currículo ao voltar de um programa de idioma. 

Na Irlanda, geralmente, as oportunidades de emprego são em áreas de atendimento em restaurantes, cafés bares e hotéis. Para aqueles que queiram investir ainda mais na educação e tenham interesse em ficar até três anos extras na Irlanda, o STB oferece programas de graduação, pós-graduação e certificação vocacional, o que permite trabalhar na sua área e adquirir conhecimento e experiência ainda maiores. 

Quantas horas posso trabalhar no exterior? 

Na Austrália e na Nova Zelândia, o estudante pode trabalhar por 20 horas semanais durante o período de aulas e por 40 horas semanais durante as férias. A cada 12 semanas de estudo, o aluno pode usufruir até quatro semanas de férias, que podem ser usadas para viajar ou trabalhar. 

No Canadá, durante o período do curso vocacional, o estudante pode trabalhar 20 horas por semana e, durante o estágio, feito na segunda metade do programa, pode trabalhar até 40 horas semanais. Há a possibilidade de extensão deste visto para até três anos. 

Nos Estados Unidos, o estudante pode trabalhar 20 horas por semana após o término do curso, no “Grace Period” de 60 dias. Além disso, quem fizer extensão universitária a partir de nove meses pode também aplicar para o OPT e ter um trabalho remunerado por até um ano no país. 

Na Irlanda, estudantes que estiverem matriculados em um curso de inglês de pelo menos 25 semanas podem trabalhar por até 20 horas semanais enquanto estudam e até 40 horas semanais nos períodos de férias, já determinados pelo governo irlandês (junho a setembro e 15 de dezembro a 15 de janeiro). O aluno deve escolher o período de férias escolares que deseja antes do embarque, desde que considere que deve estudar no mínimo 12 semanas antes de poder usufruir do período de folga de estudos.  Já para quem for fazer pós-graduação, mestrado, doutorado e pós-doutorado, o governo do país anunciou recentemente o visto  Stamp 1G, que permite que estudantes possam trabalhar na Irlanda dois anos após se formar.


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