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Planejar uma viagem é simples, o extraordinário é construir experiências!

Como são as famílias que recebem alunos de High School nos EUA?

Uma das maiores dúvidas de quem está planejando cursar uma parte do ensino médio nos Estados Unidos é: se eu ficar em homestay, como será a família que vai me receber no exterior?

Por mais que a expectativa possa gerar ansiedade, não há motivo para se preocupar. Todas as famílias são selecionadas com base em critérios rigorosos da escola americana, que leva em consideração dois pontos fundamentais para quem quer estudar no exterior com tranquilidade: os interesses que a família e o estudante têm em comum e o fato de a família estar apta e aberta a receber um hóspede internacional.

No caso do High School Public J-1, geralmente, as famílias são de classe média e vivem em cidades pequenas. Todas são voluntárias, e fazem isso por pura vontade de viver essa troca cultural.  Como o programa tem subsídio do governo americano, elas recebem uma ajuda de custo de USD 50 por mês para despesas com o estudante.

Uma dica para se sair bem ao optar pela acomodação na casa de uma família local é viajar com a mente aberta em relação ao conceito de família. Isso porque podem receber um estudante internacional casais com filhos ou sem filhos, uma mãe ou pai com ou sem filhos, casais novos, de meia idade ou idosos, heterossexuais ou homossexuais - e, além do responsável, também é possível que existam outras pessoas morando na casa, como avós, tios, sobrinhos e até mesmo outros intercambistas.

Quer saber como eram as famílias de outros estudantes? Então confira as histórias de três alunos de High School nos Estados Unidos e até de uma host family!


“Devo os melhores momentos do meu intercâmbio à minha host family

Larissa Cunha com a hostfamily durante o período de High School nos Estados Unidos"Antes de embarcar para o meu intercâmbio, estava morrendo de medo. Fui para o estado do Arkansas, um lugar que eu não fazia ideia de como e onde era, e ainda moraria em uma cidadezinha muito pequena, então não sabia o que encontraria por lá. O meu primeiro contato com a minha host family foi no aeroporto, logo que eu cheguei.  Foi muito fofo porque eles estavam me esperando com um monte de balões de gás hélio. Logo de cara os achei muito simpáticos, muito mesmo. Eles eram bem jovens: a minha host mom tinha 27 anos e meu host dad 28. No aeroporto, a minha mala não chegou na hora certa. Mas eles me ajudaram a resolver tudo e ainda me levaram para dar uma volta na cidade enquanto esperávamos a mala – até fomos almoçar em um restaurante que eu tinha contado que gostava! Quando chegamos em casa, tinha mais uma surpresa me esperando: um cookie cake escrito ‘welcome to USA, Larissa’. Foi muito fofo, me senti super bem recebida!

A minha adaptação foi muito rápida e a minha relação com eles era maravilhosa. Embora em casa fossem só os dois, nós morávamos muito perto da família da minha host mom, que tinha dois irmãos e uma irmã, todos com filhos. Então, eles estavam sempre por perto e dava para sentir bem o clima familiar.

Alguns dos melhores momentos que eu vivi no meu intercâmbio devo à minha família. Passei meu aniversário de 16 anos lá e, nos Estados Unidos, esta data tem a mesma importância que uma festa de 15 anos no Brasil. Então, minha host mom aproveitou para me fazer uma surpresa: ela montou um scrapbook com vá

Estudante e hostfamily posam para foto durante o intercâmbiorias fotos desde quando eu deixei o aeroporto no Brasil até quando eu cheguei lá, com várias lembranças de coisas que a gente já tinha feito juntos. Em uma página do livro, tinha um recado em que ela dizia: ‘espero que você tenha gostado da sua experiência até agora. Gostaríamos de te dar um presente. Que tal comemorarmos o seu aniversário em Dallas? Vamos fazer compras e nos divertir muito no Six Flags!’. Eles ainda me deixaram levar uma amiga neste passeio! Foi muito legal, a gente se divertiu muito e eu ganhei tudo de presente, eles não me deixaram pagar nada e ainda pagaram para a minha amiga italiana ir comigo!

Outra lembrança bem especial foi o Thanksgiving. Eu sempre tive o sonho de ir para Nova York e nesta data eles resolveram me levar para lá. Fomos eu, minha host mom e outras mulheres da família dela. Elas me levaram para fazer tudo o que eu queria, até em uma peça da Broadway nós fomos! Nossa relação era mesmo muito especial, tanto que eles fizeram uma festa de despedida surpresa para mim uma semana antes de eu ir embora, super emocionante!

Mantenho contato com eles até hoje e estamos sempre em contato por WhatsApp. Eles sempre me mandam fotos dos bebês (agora eles têm dois filhos!).  Definitivamente, a minha experiência não teria sido tão boa se eu não tivesse caído em uma família tão legal. Quando você é de uma cidade grande como eu (nasci e fui criada em São Paulo) e vai para um lugar tão pequeno, uma família maravilhosa como a que tive faz toda a diferença”.
Larissa Cunha, 20 anos, fez STB Public High School USA em Greenwood, Arkansas, em 2012


“Minha host family me tratava como filha”

“A história da minha host family é bem legal! Eles são um casal de 29 anos que moram juntos e têm dois cachorros. Eles sempre quiseram ter filhos, mas não conseguiram até o momento, então escolheram acolher um estudante internacional para preencher mais a vida deles, já que tinham uma casa grande e muita vontade de ser pais. Desde o começo, eles deixaram bem claro que a ideia era ter um estudante em casa para, de certo modo, viver essa experiência de ter um filhoE, de fato, eles me tratavam como parte da família mesmo. A nossa conexão foi imediata e foi muito linda a maneira como a gente se deu bem desde o começo. Além disso, eu também me relacionava muito bem com a família deles, que estava sempre presente em reuniões familiares e em festas.

O meu intercâmbio foi maravilhoso e, definitivamente, mais da metade das experiências incríveis que eu tive devo 

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à minha família, porque eles eram simplesmente sensacionais. Como eles são super jovens, nós tínhamos muitas coisas em comum e gostávamos de fazer muitas coisas juntos. Fomos para parques de diversão, cinema, adorávamos fazer compras juntos, fazíamos fogueira... Até guerra de água dentro de casa a gente fez! O Brian, meu host father, é piloto de carro nas horas vagas, então a gente sempre ia vê-lo correr. Era muito legal!

Eles eram muito carinhosos e fizeram questão de organizar uma festa de formatura para mim! Foi muito legal, encheu de gente e eu fiquei super emocionada. Tanto que foi muito difícil ir embora.

Chorei demais no aeroporto ao me despedir da minha família americana e eles também sentiram muito: logo que eu cheguei ao Brasil eles me ligaram e falaram que estavam vendo passagem para vir me visitar! Além disso, ainda falo com os meus host parents todos os dias. O Brian baixou até Snapchat e WhatsApp só para falar comigo, acredita?” . Ana Carolina Zappa, 17 anos, fez STB Public High School USA em Union City, Ohio, em 2016


“A Ana Carolina será sempre lembrada como parte de nossa família”

 “Nós tivemos a oportunidade de receber a Ana como intercambista no ano passado e nós não trocaríamos essa hostfamily ana carolina.jpgexperiência por nada neste mundo. No começo, tudo foi muito diferente para nós dois, pois não estávamos acostumados a dividir a nossa casa com um adolescente e também não temos filhos ainda. Mas conforme os dias e semanas foram passando, a sensação era de que a Ana sempre esteve aqui. Ela verdadeiramente se tornou parte da nossa família e foi muito difícil para a gente se despedir dela.

A Ana nos ensinou muito sobre o Brasil, sobre a comida de seu país e sobre como os brasileiros se relacionam. Nós mal podemos esperar para visitá-la e, enfim, conhecer tudo o que ela falava pessoalmente! Ela se encaixou muito bem não só em nossa família, mas em toda a comunidade em que vivemos e na escola também. Ela definitivamente tocou o coração de muitas pessoas e sempre será lembrada como parte da nossa família”.
Lacie e Brian Reeser, host parents de Ana Carolina Zappa


“Minha família me ajudou muito durante o período de adaptação”

Estudante e host family vestidos com uniforme de tênis durante High School

 “A recepção da minha host family foi muito boa, muito além do que eu esperava. Eles foram me receber no aeroporto e prontamente se ofereceram para me levar para conhecer a escola e a cidade. Meu pai era muito, muito brincalhão, e nós nos dávamos muito bem. Minha mãe cozinhava muito bem - lembro até hoje do dia que eu comi um mac and cheese, que era um macarrão com queijo que nunca tinha comido e é super tradicional nos Estados Unidos. Definitivamente, foi uma das melhores coisas que eu comi por lá.

Matheus Makino e o host brother durante intercâmbio nos Estados UnidosEu também tinha doiirmãos. A mais velha já estava na faculdade, então a gente só se via aos finais de semana. O meu irmão tinha a mesma idade que eu, então fazíamos muitas coisas juntos: jogávamos tênis, ping-pong, basquete... Nós continuamos próximos até hoje, nos falamos por Skype e Facebook! Ele foi uma das pessoas que mais me ajudou durante o intercâmbio, tanto na minha adaptação com a família quanto na escola, além de ter me ajudado a fazer amigos, pois tínhamos a mesma idade.

Um dos momentos mais marcantes do meu intercâmbio foi o Natal nos Estados Unidos. Eu fiquei muito surpreso com a quantidade de presentes que a minha host family me deu. O que mais gostei foi um moletom da Indiana University. Outro momento inesquecível foi quando fui esquiar com meu irmão e com meus primos. Foi muito divertido! Definitivamente, minha host family me ajudou muito durante a adaptação em meu intercâmbio, especialmente no começo, quando tudo era novidade para mim.”

Matheus Nakasone Makino, 18 anos, fez STB Public High School USA em  New Castle, Indiana, em 2016

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