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Os desafios que todo aluno enfrenta ao estudar no exterior

Por Team Hotcourses Brasil *

O começo do ano é um período perfeito para colocar os seus planos de estudar no exterior em prática. As universidades de alguns dos principais destinos de estudo do mundo (como Estados Unidos, Reino Unido e Canadá) dão início ao ano letivo no segundo semestre, geralmente em agosto, o que significa que as inscrições e o processo seletivo acontecem no primeiro semestre.

Enquanto o estudante se prepara com todos os requisitos e documentos necessários para a seleção, há também outra preparação importante: a emocional. Estudar fora é um grande passo, que resultará em uma experiência maravilhosa e, inevitavelmente, no crescimento pessoal. A seguir, listamos os principais desafios de estudar no exterior que todos os alunos passam:

1 – A adaptação

Mais temidos da viagem, os primeiros dias são realmente um grande desafio e o primeiro grande desafio de estudar no exterior é: a adaptação. A adaptação ao novo país, à casa, à cultura e à universidade depende de cada um. Alguns podem sofrer um grande choque de realidade, enquanto outros não sentem nada além de animação e realização. Levar um tempo para se adaptar é completamente normal e qualquer desconforto inicial amenizará e, eventualmente, passará à medida que o estudante se acostumar ao novo ambiente.

E, caso demore para passar, há sempre a quem recorrer: um orientador acadêmico, a secretaria de assuntos internacionais, colegas de classe, alunos veteranos, a união estudantil etc. As universidades estrangeiras têm diferentes recursos para ajudar durante o período de adaptação e também programações e eventos para se distrair, se divertir e fazer novas amizades.

2 – A saudade de casa

Sim, a saudade vai ser uma companheira constante. A sorte é que existem diversas formas rápidas e fáceis de amenizá-la quando ela se intensificar, como o Skype, o FaceTime e o Whatsapp, que permitem estar em contato direto e gratuito com seus familiares e amigos.

Outra forma de ajudar não só a diminuir a saudade como a se adaptar ao novo ambiente é se manter ocupado e ativo. É possível fazer parte de grupos de estudo ou de associações estudantis, praticar algum esporte ou se tornar membro de uma academia local etc.

3 – O idioma estrangeiro

Aprender um segundo idioma é simultaneamente difícil e incrível. Ser capaz de se comunicar e ser compreendido em outra língua é uma realização maravilhosa. Mas, dependendo do nível de fluência, pode ser que o estudante enfrente algumas dificuldades no começo, principalmente se estiver no exterior para estudar inglês (ou qualquer outro idioma).

Cada país, cidade ou região tem sotaques diferentes, que podem dificultar a compreensão oral e a pronúncia, mas isso também é questão de tempo para se habituar. Como tudo na vida, são necessários treino e prática. Isto significa que, quanto mais o aluno conversar com as pessoas em diferentes ambientes, mais rápido se acostumará com o idioma local. Por isso, é muito importante perder o receio de errar e praticar o máximo possível diariamente, e não somente em sala de aulas.

4 – Fazer amizades

Fazer amizades no exterior é um tanto intimidante. Além de ter que se comunicar em um idioma que talvez ainda não seja totalmente confortável para o estudante, em uma universidade estrangeira os alunos vêm de todas as partes do mundo, com uma bagagem diversa de cultura, costumes e gostos.

No entanto, todos estarão na mesma situação, aprendendo a viver em um novo país e a estudar em um sistema de ensino diferente. Com esse grande fator em comum, fica mais fácil dar o primeiro passo e puxar conversa com outros alunos da sua escola.

5 – Aprender o seu caminho pela cidade

Aprender a andar pelas ruas da cidade, pegar a linha certa do metrô ou de ônibus, comprar suas passagens, recarregar o seu cartão, aprender os nomes das ruas e bairros, descobrir sua vizinhança e os horários dos comércios locais… Tudo isso parece assustador no começo, mas será extremamente gratificante para o estudante quando ele perceber que já consegue voltar para casa sem precisar do GPS ou que já conhece o motorista do ônibus pelo nome. Quando menos perceber, será possível se sentir como um nativo.

6 – O retorno para a casa

É tão comum se preocupar com a ida, que quase ninguém se lembra da volta. A “depressão pós-intercâmbio” ou síndrome do regresso é aquele período que o intercambista leva para se readaptar em sua casa quando volta do exterior. Embora não seja preciso se preocupar por antecipação, é bom estar ciente de que o retorno também é um desafio de estudar no exterior, pois exige um período de adaptação diferente de cada pessoa e que isso é perfeitamente comum.

Voltar a viver a vida de antigamente exigirá força de vontade. Por isso, é importante se manter ocupado e com a mente ativa. O importante é não se sentir culpado por precisar de um tempo para se acostumar em casa e começar a planejar os próximos passos.

*Hotcourses Brasil é um portal com dicas para ajudar o estudante brasileiro a encontrar a instituição, escola, faculdade ou universidade internacional na qual ele deseja estudar.

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