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ESTUDANTES BRASILEIROS DÃO DICAS PARA ENTRAR EM UNIVERSIDADE AMERICANA

Conhecido por ter um sistema de seleção bastante complexo, o ensino superior nos Estados Unidos é objeto de desejo de centenas de estudantes ao redor do mundo. E não é para menos. Segundo o ranking mais recente da consultoria britânica Quacquarelli Symonds, o Top Universities, divulgado no início de 2018, o país reúne cinco das dez melhores universidades do mundo – e já ocupa as primeiras posições do ranking há seis anos consecutivos.

Diferentemente do que acontece com os vestibulares aqui no Brasil, a seleção de candidatos por lá é feita de forma mais completa, analisando e combinando uma série de fatores, como as notas que o candidato obteve ao longo do ensino médio e as atividades extracurriculares realizadas por ele no período que antecede a entrada na universidade.

Para te ajudar a entender melhor as exigências e etapas deste processo, conversamos com alguns estudantes brasileiros que estão fazendo faculdade nos Estados Unidos e reunimos as suas principais dicas para conseguir a tão sonhada vaga em uma universidade americana. Confira!

Histórico escolar: busque equilíbrio nas notas

O histórico escolar é exigido por todas as universidades americanas como parte do application. Por meio dele, é possível ter uma ideia dos pontos fortes e fracos de cada candidato e avaliar seu histórico de evolução ao longo do ensino médio.  Por isso, a primeira dica para quem pretende aplicar para uma universidade americana é se esforçar ao máximo para manter uma boa média de notas enquanto ainda está na escola 

Alunos com dificuldade em alguma matéria específica, no entanto, não precisam se desesperar. Por se tratar de um processo bastante holístico, em que o candidato é analisado como um todo, eventuais falhas no histórico escolar podem ser compensadas em outas etapas do appplication.

Foi o que aconteceu com a estudante Natália Martins, 18 anos, que atualmente estuda ciências políticas na University of South Carolina. “Eu passei por muitos problemas porque eu tinha matérias com notas muito ruins e outras com notas muito boas, então foi uma disparidade muito grande”, lembra. “Uma forma de compensar as notas ruins na escola é ter bons resultados nos testes de inglês, por exemplo. Se você tira uma nota muito alta no TOEFL e no ACT acaba compensando, isso faz a diferença”, completa a estudante, que já havia realizado um intercâmbio na Austrália durante a adolescência e, por isso, acabou se saindo muito bem nos testes de proficiência do idioma exigidos pela universidade.

Prepare-se para o teste de proficiência em inglês

O conhecimento avançado do inglês é um ponto imprescindível para quem deseja fazer faculdade nos Estados Unidos. Não apenas porque ele será cobrado durante o processo seletivo por meio de provas e exames de proficiência, mas principalmente porque será muito difícil acompanhar as aulas posteriormente caso não haja uma boa compreensão do idioma. “É irrelevante se você vai estudar filosofia, psicologia ou engenharia. Sem o inglês vai ser muito difícil”, afirma o estudante Bernardo Santos, 19 anos, aluno de computer engineering na Syracuse University, em Nova York.  

Sabendo disso, as universidades americanas exigem a realização de testes como o TOEFL para comprovar um nível mínimo de idioma necessário para boa compreensão das aulas.

No caso de Natália, o segredo para se dar bem nesta etapa do application esteve na combinação de dois fatores que, juntos, lhe deram maior segurança na hora da prova: a realização de um curso preparatório para o TOEFL e a imersão no idioma durante o seu intercâmbio. “Eu tinha acabado de voltar da Austrália, então meu inglês estava muito bom”, lembra. Além disso, para se familiarizar com a prova e garantir um desempenho ainda melhor, a estudante também aconselha a realização de testes de anos anteriores. “Eu já tinha feito o TOEFL uns quatro antes, então eu já sabia com ele funcionava e a minha nota acabou sendo muito boa”, diz.   

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Esportes, música e trabalhos voluntários: realize atividades extracurriculares

Capazes de revelar detalhes da personalidade de cada candidato (como nível de maturidade, sensibilidade ou capacidade de liderança, por exemplo) as atividades realizadas fora das salas de aula durante o ensino médio também são muito valorizadas pelas universidades americanas. Tanto que os estudantes são estimulados a participar de clubes de teatro, debates, competições esportivas e aulas de música desde muito cedo por lá. “As atividades extracurriculares são muito importantes. Eu sei que no Brasil não há essa cultura de clubes como eles têm aqui nos Estados Unidos. Mas fazer esporte, por exemplo, é muito bom”, aconselha Natália.

Assim, as dicas relacionadas a esta etapa são bastante simples: faça atividades que você gosta, participe de grupos e iniciativas com as quais se identifica e, na hora do application, não se esqueça de mencioná-los.  

Conte com ajuda para fazer o application

Com diferentes detalhes, etapas e exigências, o processo do application é tão complexo quanto parece – e, ainda que não seja impossível, dar conta dele sozinho é uma tarefa bastante complicada. “O processo de application foi muito estressante, porque é muita coisa que você tem que fazer: são várias provas, muitas perguntas... É muito complexo e confuso. Então, eu precisei de muita ajuda e suporte de pessoas que sabiam e conheciam o processo”, diz Bernardo Santos, estudante da Syracuse University.

Por isso, a última dica dos estudantes para quem deseja estudar nos Estados Unidos é procurar alguém que já esteja familiarizado com o processo de application para te ajudar e orientar neste momento decisivo. “A ajuda do STB foi essencial, porque o application é quase impossível de ser feito sozinho. São muitos documentos para preencher e enviar. Eu não conseguiria ter feito isso sozinha”, diz Natália.

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