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Planejar uma viagem é simples, o extraordinário é construir experiências!

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Como um programa de cidadania global pode transformar vidas

Quer ter uma experiência capaz de mudar a sua visão de mundo para sempre? Então imagine participar de um programa que permita explorar reservas ambientais normalmente fechadas ao turismo, visitar pequenas comunidades rurais, trabalhar em campos de colheita, usar camelos como meio de transporte, hospedar-se em comunidades locais ou ainda morar com monges e nômades de diferentes partes do mundo. É este tipo de experiência proporcionado pelo programa de cidadania global do Where There Be Dragons, oferecido no Brasil com exclusividade pelo STB.

Conheça opções de programas de cidadania global

Com itinerários autênticos e o objetivo de construir líderes globais que tenham tido o mundo como sala de aula, o programa leva jovens, adultos e educadores de escolas e universidades para ambientes desconhecidos e selvagens para aprender questões sociais, políticas, religiosas e econômicas in loco, por meio de experiências transformadoras.  “Por meio da experiência em novos locais e colocando o indivíduo em um ambiente estrangeiro, o Dragons consegue gerar um pensamento crítico sobre normas e padrões desenvolvidos até aquele momento”, diz Christina Bicalho, vice-presidente do STB. “Por isso, a Universidade de Princeton escolheu os programas Dragons para enviar seus alunos anualmente, com o objetivo de complementar a formação acadêmica dos estudantes”, diz ela.

Para que isso aconteça, além de conviver e participar do dia a dia de famílias locais, os grupos têm até 12 pessoas e um mentor para cada quatro participantes, grande parte deles com mestrado e doutorado em áreas de estudo como sociologia, antropologia e ciências políticas.

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A fim de proporcionar experiências verdadeiramente únicas e originais aos viajantes, o Dragons também se caracteriza por não estabelecer roteiros extremamente rígidos. Assim, com uma rotina mais maleável, os mentores têm liberdade para planejar cada itinerário de acordo com seus conhecimentos específicos, fazendo o possível para contemplar os assuntos de maior interesse de cada grupo.     

 Mas como um programa de cidadania global acontece na prática?

Oferecido em mais de 20 cidades na Ásia, na América Latina, na África e no Oriente Médio, o programa é composto por nove pilares principais – que podem ter mais ou menos enfoque dependendo do destino escolhido. São eles:

  • - Rugged Travel: caminhadas e uso de meios de transporte típicos (como jangadas, tuk-tuks e comboios) para fazer deslocamentos internos;
    - Homestay:
     hospedagem em casas de famílias nativas, selecionadas com base na segurança de seus ambientes domésticos e no interesse genuíno pela troca cultural com os estudantes;
    - Trekking:
     trilhas e caminhadas em regiões pouco exploradas em meio à natureza selvagem;
  • - Learning Service: envolvimento em projetos sociais em prol da comunidade local;
  • - Language Study: aprendizado do idioma (que, dependendo do programa, pode acontecer tanto de maneira natural durante o convívio com locais, quanto por meio de aulas diárias);
  • - Development Studies: estudo de questões específicas da região visitada (como saúde, conflitos, recursos etc.);
  • - Comparative Religion & Philosophy: visita a monumentos religiosos, observação de rituais sagrados, leitura de textos e discussões sobre o tema;
  • - Indepent Study Projects: pesquisa individual aprofundada a cerca de um tema de interesse relacionado à comunidade;
  • - Focus on Inquiry: introdução a um tema acadêmico específico, que irá nortear a viagem e que pode variar de acordo com o enfoque de cada programa.

Para que tudo isso seja possível, é preciso estar disposto a abrir mão do conforto, da tecnologia e, muitas vezes, até da eletricidade. Mas o que se ganha em troca, vai muito além do conhecimento prático e teórico a respeito de questões sociais, políticas e econômicas da região visitada, é um maior senso de cidadania e responsabilidade social, proporcionado pela profunda troca cultural destas experiências.

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Imersão cultural x isolamento tecnológico: a visão de quem participou

“Eu viajei muito pela Tailândia, para o norte e para o sul, mas a experiência mais marcante foi quando eu morei com os monges. Foram cinco dias nos quais eu não apenas fiquei com eles, mas morei como eles”, conta a estudante Letícia Nazarian, 19 anos, que participou do programa em 2015. “Eu acordava às 4hs da manhã, rezava, ia buscar comida no vilarejo, preparava o café da manhã para eles e depois a gente meditava o dia todo, dormia em cavernas... Eu pude explorar questões de religião e do ser humano, fazer muitas perguntas para os monges e acessar várias coisas profundas e pessoais”, lembra.

Letícia conta que um de seus principais objetivos quando decidiu participar do Dragons era realizar um trabalho comunitário cujos impactos – tanto no local que visitasse quanto em sua própria vida – fossem atemporais. “Eu queria fazer algo que não fosse me afetar apenas naquele momento ou um ano depois, mas para sempre”, diz a estudante, que hoje relata mudanças significativas em sua forma de enxergar o mundo. “O Dragons mudou a minha vida porque eu vi que me conecto muito mais com religiões que eu nem conhecia direito do que com a minha. E percebi que eu poderia pertencer a outro país tanto quanto eu pertenço ao Brasil - ou até mais”, diz.

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Ainda segundo a estudante, o distanciamento das redes sociais e da internet exigido pelo programa foi um dos principais responsáveis por ajudá-la neste processo de imersão. “Eu buscava experiências totalmente diferentes, algo bem autêntico e original: aprender a língua, lidar apenas com coisas locais e zero turismo... E eu sabia que eu só conseguiria me desconectar se fosse algo mais extremo, então não poder usar o celular foi muito bom para mim”, afirma Letícia.

O estudante Bernardo Santos, 19 anos, que viajou para a China com o Dragons, concorda.  “A experiência de estar isolado tecnologicamente e socialmente é o que dá valor, o que faz o programa ser diferente. Eu sou uma pessoa que está sempre ligada na tomada... Mas você acaba virando uma pessoa diferente lá. Não é fácil, mas vale a pena”, afirma.

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