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Planejar uma viagem é simples, o extraordinário é construir experiências!

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Viagem: um fim de semana em Chicago! (Parte 2)

 

Lago Michigan e os famosos prédios de Chicago ao fundo!

Só de estar escrevendo esse post já morro de saudades de Chicago! Que vontade de voltar pra lá!

O segundo dia da nossa trip foi, sem dúvidas, o melhor! Os pontos turísticos mais legais e divertidos!

Começamos o dia com uma visita ao Millenium Park. O esquema foi o mesmo que comentei no post anterior: metrô, uma linha reta, só ficar de olho na estação do ponto turístico. (Pegamos um mapinha da cidade na recepção do hostel mesmo, além de conferir cada dica preciosa do meu inseparável guia Lonely Planet USA, haha).

O parque começou a ser construído em 1998 e ficou pronto em 2004, portanto tudo lá é extremamente novo. Ouvi dizer que desde sua inauguração, a área se tornou uma das mais desenvolvidas da cidade e um lote de terra por lá está entre os mais caros do país inteiro! Chique! A principal atração do Millenium Park é, obviamente, a Cloud Gate, mas muito mais conhecida como “The Bean” (o feijão).

A Cloud Gate é uma escultura da artista Anish Kapoor que só foi instalada em 2005 no parque. O negócio é enorme, gente. Tem 10 x 20 x 13 metros e pesa 99.5 toneladas :O

Dando uma coladinha no Wikipédia, descobri que a escultura foi feita 168 placas de aço inoxidável, mas a gente não percebe que são placas porque foi toda polida por fora. É a coisa mais linda de ver todos aqueles prédios gigantes de Chicago refletindo distorcidamente pelo feijão!!! A gente pode ficar andando em volta e embaixo, imaginem se não tirei 1 milhão de fotos, né.

Vejam com seus próprios olhos:

Eu e Denise com o Cloud Gate ao fundo!

The Bean!

Abraçando o feijão. Sempre quis tirar uma foto assim (inspirada na minha amiga Mariana de Pádua!)

Cloud Gate vista por baixo!

Panorâmica!

Além da Cloud Gate, o Millenium Park abriga outras dezenas de esculturas, todas muito bonitas.

Eu adorei as fontes gigantes, onde no fundo delas aparecem rostos de crianças que vão mudando com o tempo. Lindo!

Só dá pra ver uma das fontes, mas são duas, na verdade. Gigantescas!

Please, se forem a Chicago não deixei de visitar o Millenium Park! Foi minha parte preferida da viagem. Acho que hoje em dia é tão famoso que nem tem como esquecer do lugar... mas só estou reforçando a dica :P

Depois de brincarmos horas no Millenium Park, fomos andando em direção ao segundo ponto turístico mais famoso de Chicago: a Sears Tower, que foi vendida há algum tempo pela Sears, portanto hoje é chamada de Willis Tower (mas acredite que em qualquer lugar que você for, as pessoas ainda a chamarão de Sears!).

A curiosidade mais legal sobre ela é que é o prédio mais alto dos Estados Unidos desde 1974. Todo mundo pensava que eram as famosíssimas Torres Gêmeas (que Deus as tenha) ou o Empire State em New York, mas não! Sears Tower é a líder, minha gente!

E tenho que dizer... a vista de lá de cima é inacreditável! São 108 andares :O

Foi impossível tirar uma foto com o prédio todo! É muito alto!

Quer ter noção de quão alta é a Willis Tower? Só empilhar 283 Obamas!!!

Eu já havia visto Chicago de cima no John Hancock Center, que comentei no post anterior, mas a Sears Tower tem um “Q” a mais, além da fila gigante: o Skydeck!

É um janela toda de vidro, inclusive o chão, que você consegue ter uma noção maior de quão alto é o prédio. Dá muito medo, tenho que confessar, principalmente porque ficam umas 15 pessoas enfiadas lá pra tirar foto, parece que o vidro vai quebrar a qualquer momento.

Nem preciso dizer que minha mãe ficou desesperadinha quando viu minha foto lá, né. Mas não mais desesperadinha do que quando viu minhas fotos fazendo skydiving em Las Vegas, hahahaha! Tadinha, não tenho sido uma boa filha!

Nossos pés no Skydeck e o mundo lá embaixo...

Isso é o Skydeck! Sentiram o drama?

Depois de bastante tempo na Sears (ou Willis) Tower, andamos mais um pouquinho pela cidade e acabamos descobrindo que estava rolando o mundialmente famoso Chicago Jazz Festival ao ar livre e FOR FREE! Demos uma paradinha para escutar o que estava no palco, observar as pessoas curtindo o som e o sol deitados em suas mantas. Uma coisa bem “Woodstock” mesmo, só que menos louco.

Foi a primeira vez sem contar com Vegas que vi pessoas bebendo cerveja ao ar livre por aí. Que belezinha. Essa é uma das coisas que a gente sente falta nesse país, viu. Não ficamos muito no festival, pois tínhamos pouco tempo e falta um ponto turístico importante pra explorarmos: o Navy Pier!

Única foto decente da gente no Jazz Festival. Dá pra reparar no "naipe" da galera? Vejam só o cobertorzinho no chão à esquerda...

O Navy Pier é absurdamente lindo. Fica à beira do Lago Michigan, que ainda estou demorando para me convencer de que é um LAGO, não o oceano de tão imenso e lindo! Dá pra ver um maravilhoso pôr-do-sol de lá, vasculhar lojinhas de souvenirs (quem não curte, né?), comer, conhecer uns barzinhos, ver música ao vivo... perfeito!

Parece muito com as boardwalks que conheci em Jersey Shore, mas com uma pitada de cidade grande. Tem até museus!

Gastamos o resto do nosso fim de tarde lá e fechamos o dia com chave de ouro!

Vista do Navy Pier no final da tarde!

Life is good :)

Chicago LINDA!

Navy Pier

Falando em fechar o dia, esqueci de comentar sobre a nightlife: bom, foi uma coisa que não exploramos muito bem, pra falar a verdade. Só tivemos duas noites e dias super corridos, o que nos deixava profundamente cansadas! Programamos alguns bares clássicos de blues, como o bar do Buddy Guy - Buddy Guy's Legend - (quem o conhece? É um gênio do blues!). Mas durante nossas pesquisas, descobrimos que a maioria dos famosos e melhores bares de Chicago pagava-se uma fortuna pra entrar e somente depois de enfrentarmos horas de fila, pois são bem concorridos.

Nas nossas duas noites acabamos optando por lugares aleatórios: fomos parar num bar com karaokê e foi ENGRAÇADÍSSIMO! O pessoal soltava a franga no microfone, não poderia ter sido mais divertido!

E no domingo, preferimos terminar a noite num pub na esquina do nosso hostel, pois estava chovendo muito e não conseguiríamos ir para muito longe de qualquer jeito!

Espero que tenham gostado das dicas dessa trip para se fazer em um fim de semana nos EUA!

Os próximos posts serão menos sobre viagens e mais dicas sobre a realidade de uma Au Pair. Aposto que há muitas meninas cheias de dúvidas por aí começando o processo e quero esclarecer o máximo possível delas com base na experiência que adquiri até agora!

Beijos!

Beatriz Morgado

Beatriz Morgado

Sempre em busca de uma experiência inesquecível, Beatriz, estudante de publicidade e propaganda, resolveu embarcar para os Estados Unidos para ser Au Pair! Acompanhe como ela encara uma rotina cuidando das crianças no estado da Pensilvânia e ainda arruma tempo para estudar francês!

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