Oriente Médio, África Central e seus contrastes

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Da luxuosa Dubai ao tribalismo do Quênia, Vinícius Vitoriano revela os contrastes de sua aventura Intrepid

Cheguei ontem de viagem, mas agora que vou começar a contar sobre cada experiência que tive nesses últimos 10 dias entre Dubai, Quênia e Tanzânia! O motivo? Chegando no Quênia acabei ficando desconectado do mundo: sem wi-fi, sem 3G, somente eu, o grupo de amigos do Intrepid e as paisagens incríveis – tão diferentes das que estou acostumado!

Comecei por Dubai. Fiquei impressionado demais com a riqueza da cidade, mas não só com isso. Nunca vi uma cidade tão limpa em toda minha vida. Aliás, as pessoas são muito educadas, e por mais que a cultura seja tão diferente do mundo ocidental, eles respeitam muito nossos hábitos, pois há muitos turistas por lá.

Outra coisa que estranhei foi o calor – e que calor! Mais de 40 graus e nem é verão! Vivi a base de ar condicionado… Quando as pessoas não estão em suas casas ou escritórios, estão na praia ou dentro do shopping. Este, por sinal, é gigante! Me perdi umas três vezes por lá. O Dubai Mall possui um aquário, uma pista de patinação e as pessoas andam de minitáxi lá dentro!

Depois de subir no At the Top no Burj Khalifa terminei meus dias em Dubai e parti em rumo ao Quênia. Meu primeiro dia nesse país africano foi em Nairóbi, a capital. Confesso que tive um choque de realidade ali, logo no aeroporto do país, que além de pequeno, era pouco informatizado, praticamente todo serviço ainda é feito no papel!

Ali no aeroporto fui recebido por um motorista muito divertido, que fez questão em me contar cada detalhe da Seleção Brasileira da Copa de 2002 (nem eu sabia o nome de todos os jogadores). Ele me deixou no hotel, localizado próximo ao centro, onde me reuni com a turma do Intrepid e a guia, Florence, que fala inglês muito bem. 

Éramos um grupo de 16 pessoas, das mais diferentes idades: Michiel, um belga divertidíssimo que trabalha como engenheiro ambiental na România; Anne, uma senhora de 60 e poucos anos, americana, que morou em um trailer por sete anos; um casal de americanos que trabalha no National Geographic; um casal de suecos; muitos australianos; e eu, único brasileiro! 

No meu segundo dia em solo africano partimos para o nosso primeiro destino: Kisii. Durante o caminho conhecemos a tribo Maasai, com suas roupas e culturas características. 

No terceiro dia partimos de Kisii em direção ao Lake Victoria. Antes de chegarmos ao destino fizemos uma parada para conhecer a produção de artesanatos feitos em soapstone (pedra-sabão), é incrível a habilidade de cada um dos artesãos. Um deles tem um nome supercomum aqui no Brasil: Paulo. Ele faz essas esculturas há oito anos e já está tão acostumado com essa arte que enquanto conversava comigo fez um mini-hipopótamo!

Além dos artesãos, conhecemos os moradores da região, que mesmo com toda aquela pobreza mantêm uma alegria estampada no rosto que é emocionante e contagiosa. As crianças correm em nossa direção querendo brincar e nos chamando de “Mzungo”, que significa homem branco na língua deles. 

Acompanhem também o meu Instagram (@viniciusvitoriano) e o Snapchat (@stb_brasil) para mais fotos da viagem!

 

 

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