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Museu de História Natural e o Pavilhão das Borboletas!

Depois da visita ao Museu do Holocausto em Washington DC que contei no post anterior e foi de arrepiar, completamos nosso fim de semana com um passeio cultural um pouco mais alegre e interativo no Museu Nacional de História Natural de Washington, DC. Esse é mais um dos museus que fazem parte do Smithsonian Institute com entrada gratuita o ano inteirinho!

Eu já estive em vários Museus de História Natural, mas nenhum me prendeu tanto a atenção e me entreteu tanto quanto esse de DC, por isso acho que vale dedicar um post a ele!
É o segundo museu mais visitado da cidade e já chegou a ser o museu mais visitado do mundo! Acredito que qualquer visita a ele valha a pena, nem que seja para observar sua arquitetura! O edifício neoclássico é lindíssimo!

A coleção do museu possui mais de 126 MILHÕES (!) de espécies de plantas, animais, fósseis, minerais, pedras, meteoritos e artefatos culturais de seres humanos. É muita coisa, gente. Sério. Acho que eu teria que ficar lá uma semana inteira pra conseguir ver tudo! As partes mais famosas do museu são as áreas dos mamíferos e dos animais que vivem no oceano. Tem um montããão de bichos empalhados que ficam expostos de um jeito bem legal, parece que estão vivos e olhando pra gente, não sei explicar!!! Só estando lá pra entender mesmo. Não são simplesmente animais-estátua, sabe? Eles foram expostos como se tivessem se movimentando, achei o máximo!

A gente acha que já viu de tudo, mas sempre acaba aprendendo alguma coisa nesses passeios. Vocês sabiam que há muitos anos as girafas tinham pescoço curto? Por questão de sobrevivência dentro do processo evolutivo, hoje em dia elas são pescoçudas para alcançar alimentos em árvores mais altas!

A ala dos animais do oceano também é sensacional. Eu sou uma grande admiradora (ai que brega) de águas-vivas, que em inglês significa jellyfish. Nossa, pirei com uns bichinhos desses em aquários, dessecados em jarras ou até uns gigantes empalhados sob a nossa cabeça! Coisa mais linda!

Andando pelo museu, passamos pelos dinossauros, que também é uma área bem grande e famosa, mas particularmente eu não tenho muito interesse por essa parte da história. Não me julguem! :P Acho muito legal, mas já acho meio repetitivo, sempre pulo essas coisas nos museus. Enfim, se vocês curtem essas coisas, tenho certeza que será impressionante, mas não me convidem! :-P

Tivemos que passar reto por diversas exposições que estavam acontecendo por falta de tempo, mas tivemos a oportunidade de parar em algumas bem legais, entre elas uma exibição com as melhores fotos de natureza do mundo tiradas em 2011. Só coisa impressionante, dêem uma olhada em algumas das premiadas:

Depois das fotografias, passamos pela exposição da Titanoboa, uma espécie de cobra que viveu cerca de 55 milhões de anos atrás. Mas e daí? Por que esse bicho é tão interessante?

Bom, os fósseis da Titanoboa foram encontrados recentemente numa mina de carvão da Colômbia e os pesquisadores descobriram que é a maior cobra que já existiu! 15 metros de comprimento, minha gente!!! Pra vocês terem ideia, as maiores cobras que existem hoje em dia são a Python (que mede cerca de 1,8 metros) e a Anaconda comum (que mede cerca de 5,5 metros). Fala sério, é muito grande.

Pra que a gente tenha ideia do quão grande era essa cobra, o museu criou um “exemplar” de Titanoboa em tamanho real a partir dos fósseis encontrados! Parece que o negócio tá vivo, dá um medinho, hahaha! O mais legal é que a exposição nos coloca em várias situações imaginárias: e se essa espécie ainda existisse? E se pudéssemos vê-la num zoológico comum?

Hoje, pesquisando, descobri que o site do Instituto Smithsonian fez até um website para a Titanoboa que tem até joguinho! Vejam aqui quando terminarem de ler esse post!

Enfim, coisa pra nos impressionar é o que não faltou nessa visita. Queria ter tempo pra ver tudo! Mas ainda assim o MAIS, MAIS, MAAAAIS legal de tudo foi o Pavilhão das Borboletas que ganhou um lugarzinho até no título do post e vou explicar porquê!

Na área do museu que fala sobre os pequenos bichinhos existentes na terra, como insetos, aracnídeos e afins, foi criado o “Butterflies Pavillion”, que sem dúvidas é uma das melhores atrações turísticas da cidade!!!

É um lugar parecido com uma estufa em que você anda no meio de centenas de borboletas vivas e interage com todo o ambiente. É impressionante, sério!

O mais legal é que tirar fotos NÃO é proibido, então conseguimos fotografar as bonitonas bem de pertinho e observar tudo lá dentro. Que delícia, nunca havia visto nada igual na vida.

A única dica que vale a pena compartilhar é que, por ser uma exibição bem famosa, de vez em quando rola uma fila grandinha, então é bom ficar esperto! E outra coisa: cobram o valor de 6 dólares para a visita ao Pavilhão das Borboletas e há descontos para estudantes, idosos e crianças.

Washington, DC, é uma cidade completa de atrações culturais gratuitas, não me incomodei nem um pouco em pagar apenas 6 doletas para uma exibição tão bacana e que com certeza exige muitos gastos, principalmente para manter o clima “natural” para as borboletas viverem em paz! Hahaha!
Não é permitido tocar em nada, mas se as borboletas escolherem pousar em você, curta o momento! :P

Enquanto eu tirava foto, uma delas pousou na lente da minha câmera, foi muito engraçado! Logo depois, uma outra pousou no meu ombro e de lá voou direto pro nariz da Kainara, que entrou em pânico dizendo que tava fazendo cosquinhas! As crianças lá dentro se divertiam absurdos!!! Nunca vi nada igual. Eu tirei muitas fotos, filmei um pouquinho e mostrei pras minhas crianças quando cheguei em casa. Elas ficaram morrendo de vontade de ir.

Acho que eu contando e só mostrando fotos não parece tão bacana, mas a sensação de estar lá é inexplicável, então fica aqui mais uma dica de passeio pra quem estiver andando pela cidade do presidente!

Espero que tenham gostado do post!

Beijo pra todos!

Beatriz Morgado

Beatriz Morgado

Sempre em busca de uma experiência inesquecível, Beatriz, estudante de publicidade e propaganda, resolveu embarcar para os Estados Unidos para ser Au Pair! Acompanhe como ela encara uma rotina cuidando das crianças no estado da Pensilvânia e ainda arruma tempo para estudar francês!

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