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De ilha em ilha, de festa em festa

Já em São Paulo, já com saudades, já contando das minhas aventuras para todo mundo que encontro pela frente.

Dei uma olhada no meu post anterior, de quando ainda estava em Koh Samui e achei engraçado como alguns dias podem mudar tudo. Depois daquele dia me enturmei com outra galera com quem me encaixei como se fosse de vidas passadas… Duas australianas, Anna e Makenzie, que já quero visitar em breve!5c56ff3b1593322fe5f9655563bd3acd.jpg

Bom, parei antes de Koh Tao, né?! Essa ilha é mundialmente conhecida pelo mergulho nas colônias de corais dali. Preciso falar mais alguma coisa?
 
SO-COR-RO! 

Passamos um dia no barco, parando de ponto em ponto para mergulhar e ver o mar, desde peixinhos delicadinhos até anêmonas roxas fosforescentes, com direito a pit-stop na única praia do planeta que conecta três ilhas! Com água cristalina, areia branquinha e uma trilha para ver a vista do alto – e nos deixar ainda mais de queixo caído. Sabe aquele dia delícia que seu cérebro simplesmente desconecta de tudo de negativo e vive o momento? Então.

Isso sem falar do hotel - joga no Google: “Charm Churee Villa”, é de ficar chocado! Ele é composto de bangalôs conectados uns nos outros por escadinhas de arquitetura bem diferente, com vários restaurantes dentro e vistas alucinantes – isso fora a praia particular, com direito a peixinhos nadando em volta (tipo, te tocando), pepinos-do-mar aos montes e plataformas no mar, de onde se assiste o pôr-do-sol mais lindo que presenciei. Esse é um lugar que não posso morrer antes de voltar.
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Gosto muito dessa interação com a natureza que a ilha Koh Tao abrange, mas para quem é mais da balada, relax! Apesar de ter um toque de recolher à meia-noite, quando tudo tem de estar fechado, dois bares (WTF e Next) vão até mais tarde, além das festas fechadas. Os shows com bolas de fogo são muito comuns nos eventos noturnos. Nessa ilha interagíamos com eles: no meio da balada, uma vara pegando fogo, e as pessoas tentando passar por baixo, se envergando para trás, cada vez mais baixa… Imagina o perigo! Ainda assim, para os corajosos, é bem divertido!

Fui a outra festa legal por lá também. Ela se chama The Castle e tem várias edições do evento com diferentes propostas. Na que fui, você comprava um fone de ouvido e a música tocava individualmente para cada um. Meio estranho não conseguir conversar e mais estranho ainda tirar o fone e o ambiente estar naquele megasilêncio. Ainda assim, curti a experiência.
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Antes que eu me esqueça, fiz uma tatuagem durante minha estadia em Koh Tao. Uma técnica tailandesa típica, de tatuagem com bambu, deixa o traço sai bem fininho. Um “pic pic pic” que dá medinho - como confessei no último post – mas que nem dói tanto. Escrevi “LUZ” em tailandês no dedo da aliança, só pra vocês terem uma ideia da vibe que eu estava, da energia que o lugar passa. Quis deixar registrado!

Em seguida, com o mesmo catamarã  que usamos para ir e vir das outras ilhas, fomos para Koh Phanghan, ilha conhecida pelas festas da lua cheia que atraem turistas do mundo todo. Infelizmente, quando chegamos já tinha rolado há quase duas semanas, mas pegamos a festa da meia-lua.
 
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Enquanto a da lua cheia é na praia, a da meia lua é na selva. Isso mesmo: na selva! E com aquelas de tintas néon! E, adivinha? Eles contrataram pintoras tailandesas para nos pintar antes da festa, então não eram bolinhas ao redor do olhos e sim flores, mandalas, linhas abstratas maravilhosas percorrendo todos os nossos rostos e corpos; uma das minhas partes favoritas.

Festa irada, mas sinceramente não acho que justifique a visita. Admito que, das três, foi a que menos impressionou, mas acho que penso assim porque não fiz o passeio das praias mais afastadas do hotel. Tinha várias opções e preferi conhecer a parte urbana e ir à praia (paradisíaca, por sinal) ali do lado. A surpresa foi a água, tão morna que parecia um banho de banheira - até agora não decidi se me agradou ou se foi estranho demais.
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O hotel era o menos confortável, mas ainda assim, era o mais aconchegante, se é que me entende. Com seu público alvo de mochileiros e jovens, o bar estava sempre aberto, a piscina em uso 24 horas no dia - pool party pós-balada todo dia - os funcionários de diversas nacionalidades, todos em seus 20 e poucos anos… o paraíso de quem é jovem e quer curtir!

Quem quisesse podia fazer caiaque, muay-thai, escalada e uma série de outras atividades. Eu optei por relaxar na praia, receber massagens (a Tailândia é famosa por suas massagens, com um preço super em conta) e curtir esse último dia com uns alemães que conheci no hotel. Mas isso é assunto para o próximo post, fique ligado!
 
 
 
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Layla Foz

Layla Foz

A paulista, Layla, começou seu blog "Aos Olhos de Quem Vê" durante seu primeiro intercâmbio na ensolarada San Diego, na Califórnia. Ali, ela compartilhava suas dificuldades com sua host family, sua vida na escola e as descobertas que fazia nos Estados Unidos. Layla é sports lover – pratica hot yoga e corrida –, e garota urbana, que gosta de descobrir novos cenários por Sampa, circulando pela cidade de ônibus e metrô. Na Tailândia com o projeto STB Friends, Layla vai se jogar na agitação de Bangkok e no deslumbre de praias de sonho, como Phuket e Koh Phi Phi. Não vai perder, né?! @laylafoz

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